Saturday, March 14, 2009

Missionary Focus: Rev. William and Bonnie Markham




Rev. William and Bonnie Markham

Region(s): Europe

Portugal
Bio: Bill and Bonnie Markham, formerly of Kingsburg, California, received their appointment as missionaries to Brazil in 1980. After completing two productive terms in Brazil, the Markhams transferred to Portugal to give leadership to the struggling church. He stated, “In Portugal I am the field superintendent. I have legalized the church and restructured the by-laws and am involved in leadership training, evangelism, and church planting.” In 1994 his responsibility expanded to include the UPC of Spain. The past several years have been difficult for the Markhams. Painful back surgeries have kept Bonnie Markham confined to California. He shuttles between California and the field, desperately trying to be both a good husband and a productive missionary. It is hoped that her condition will improve so that she will be able to accompany her husband to the field.
PortugalPortuguese Republic/República Portuguesa
Area Coordinator: Michael L. TuttleSuperintendent/President: William H. Markham
Population: 10600000
Area: 35,514 sq. mi.
Capital: Lisbon
Languages: Portuguese
Religions: Roman Catholic, 91%
Slightly smaller than Indiana, the Portuguese Republic occupies the western portion of the Iberian Peninsula. The nation’s once extensive overseas possessions are now reduced to Macao, the oldest European outpost in China; the Azores, islands about 1,000 miles off Portugal’s coast; and Madeira, an island about 535 miles southwest of Portugal in the Atlantic. Joseph Domingues founded the United Pentecostal Church of Portugal in 1972. Often without a missionary to lead and guide it, the church now has 254 constituents, eight licensed ministers, and ten churches and preaching points.
Note: Information was obtained from UPCI.com

Monday, February 9, 2009

Luz, dádivas e dons

Passaram-se as festas e o Ano Novo graciosamente ressurgiu. Celebrámos o Natal, tempo de luz e dádivas.

Indubitavelmente, “Deus é luz e não há nele trevas nenhumas.” (I João 1:5). Ora essa mesma luz, o Senhor da glória, um dia fez-se carne e habitou entre nós: “Ali estava a luz verdadeira que alumia a todo o homem que vem ao mundo.” (I João 1:9). Esse mesmo verbo criador, o Senhor Jesus Cristo, afirmou em João 12:48: “Eu sou a luz que veio ao mundo.” No entanto, João, o apóstolo, declara: “Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu.” Em I Cor. 2:7-8, Paulo relata ainda que os príncipes deste mundo não conheceram a sabedoria revelada para nossa glória, porque se a conhecessem, “nunca crucificariam ao Senhor da glória.”
A Bíblia Sagrada, consecutivamente, nos revela o motivo da sua vinda ao mundo. Através de Zacarias, em Lucas 1:68 e 77-79, profetiza: “Porque o Senhor nos visitou e remiu a seu povo. Para dar o conhecimento na remissão dos nossos pecados. Pelas entranhas de misericórdia do nosso Deus, com que do alto do Oriente nos visitou (o Oriente situa-se no lado direito, que significa poder, querendo dizer que o poder do alto nos visitou) para alumiar os que estão assentados em trevas e sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz.” Simeão acrescenta, em Lucas 2:32: “Para alumiar as nações e para glória do seu povo Israel.” Os apóstolos em Actos 15:14 declararam: “Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios para tomar deles um povo para o seu nome.”

Cada um destes versículos acrescenta um ponto, contudo, todos convergem no facto de Deus ter visitado o mundo, tanto israelita quanto gentio, para nos conceder a salvação, através da remissão dos pecados, em seu nome.

Aquele Deus todo-poderoso do Antigo Testamento, o grande Eu Sou, que outrora aparecera a Moisés numa sarça ardente, guiara o seu povo, surgindo, de dia, em forma de nuvem, á noite, em forma duma coluna de fogo e em tempo de sede, como uma rocha inabalável, jorrando água viva e refrescante. Este Deus forte, o pai da eternidade, de quem os israelitas nunca haviam visto o rosto, naquele deserto providenciara dádivas e dons a um povo peregrino, para que edificassem um templo de adoração e oração, naquele areal imenso.

Mas vindo a plenitude dos tempos, este Deus maravilhoso, quis dos dois povos fazer um (a igreja do Antigo testamento e a igreja do Novo Testamento, israelitas e gentios): Porquanto, despira-se da glória, ao vestir-se de humanidade. O imaculado justo juiz, o Leão de Judá, por muito nos amar, vestiu a pele de Cordeiro a fim de nos remir.

O mistério que sempre estivera oculto a todos os homens, revelara-se então: o seu rosto santo. Paulo, em II Cor. 4:4, enuncia;” O deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos para que lhes não resplandeça, a luz do evangelho de Cristo, que é a imagem de Deus.” E no versículo 6 adianta: “Porque Deus que disse que das trevas resplandecesse a luz é quem resplandeceu em nossos corações para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.”
Ora, Deus sendo luz, isto é, sendo santo, ordenou que sejamos santos, porque sem a santidade jamais veremos a Deus. A santidade concerne o nosso interior, o nosso exterior, enfim, encerra todo o nosso ser. Por isso, Paulo, falando aos Fil. 2:14, explica: “Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo.” Novamente, em Efé. 5:8, refere: “Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz.” Ainda falando em I Tes. 5:4-5 anuncia: ”Mas vós, irmãos, já não estais em trevas para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão, porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas.”

É imperativo que sejamos filhos da luz, porque a única luz que o mundo verá será a nossa santidade, a qual recebemos do Senhor. Para nos tornarmos santos, ou seja, salvos, principiamos com dois passos: nascendo da água e nascendo do Espírito, conforme Jesus nos instrui em João 3:3. Dessa forma passamos a ser a igreja do Senhor, a sua noiva imaculada, o que significa que recebemos o seu nome no baptismo das águas, assim como uma porção do seu santo Espírito, o que está em conformidade com Actos 4:12, actos 2:38-39.

Invariavelmente, Jesus, na sua infinita misericórdia, apelou, quer a multidões, quer individualmente: “Quem tiver sede, venha a mim e beba.” Quem não beber do Espírito de Jesus Cristo “esse tal não é dele“ (Romanos 8:9). Esta é a dádiva mais preciosa que, alguma vez, podemos receber. Através dessa dádiva maravilhosa o Senhor concede á igreja todos os dons, pois ao recebê-lo, o Senhor nos dispensa todos os dons que nos oferecem luz. Entre eles, o dom da sabedoria, da ciência, de profecia, de cura, da operação de milagres, de discernimento dos espíritos, de variedade de línguas e sobretudo o do amor.

Existe um ditado português que diz: “ Ninguém pode dar aquilo que não tem.” Jesus concede-nos o Espírito Santo, porque este é o seu próprio Espírito, a água cristalina que sacia a nossa sede. Por isso ele O pôde soprar sobre os apóstolos antes da sua ascensão e pôde, igualmente, afirmar: “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós.” Na verdade, voltou para nós ao encher-nos do seu precioso Espírito.

Este Deus resplandecente, que tanto Paulo e João viram brilhando muito mais do que o sol, é quem nos concede a luz através da boa dádiva do seu Espírito e dons perfeitos que dele recebemos. Tiago 1:17 declara: “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do pai das luzes, em quem não há sombra de variação.”

Quem será este imutável pai das luzes? No livro escrito aos Hebreus 13:8 lemos: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente” e de facto, Efé. 4:8 confirma: “Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.” A Ele seja dada toda a honra e glória eternamente!

Saturday, January 31, 2009

Glorificar o nome de Deus


Tema: Os Dez Mandamentos
Lição 3. Glorificar o nome de Deus


O 3º Mandamento: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; [Isto é, de ânimo leve, frivolamente, em falsa afirmação ou profanação]; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.” Êxodo 20:7).

Deus concedeu o Seu nome ao homem. Não foi o homem que Lhe atribuiu o nome. Os nomes que Deus nos outorga revelam aquilo que Ele é e não qual deles é. No antigo testamento, Moisés foi inspirado por Deus a escrever YHWH ou Jeová (Gén. 2:4), que significa aquele que existe por si mesmo. Por outras palavras, não foi criado; é eterno. Tão pouco lhes era permitido proferirem o Seu nome.

Então em Mat.1:21 Deus revela o Seu nome: Jesus (que em Hebraico traduz-se literalmente por: Jeová é nosso salvador ou Jeová é nossa salvação) Deus não cessou de existir por Si mesmo mas, na verdade, acrescentou a salvação ao seu nome do Antigo Testamento. Hoje, é-nos permitido a sua menção, unicamente, para salvação e oração.

Ler Isaías 45:23, Romanos 14:11 e Filipenses 2:9-11

O Antigo Testamento declara que todo o ser humano, que alguma vez, haja existido nesta terra, comparecerá perante Deus. O Novo Testamento revela-nos esse evento. Como nos aprontaremos para esse encontro? Através do arrependimento, e tomando o seu nome no baptismo (Efé. 3:15 “Do qual toda a família no céu e na terra toma o nome”). O arrependimento é reconhecer estarmos separados de Deus, devido ao pecado, confessando-o em desgosto ao Senhor e receber o Seu perdão. O baptismo é o que nos é exigido por Deus, através da fé, para que os nossos pecados sejam apagados aos olhos do Senhor. A Bíblia mostra claramente a sua essencialidade e o modo como se deve realizar (Mar. 16:16, João 3:5, Act. 2:38). Dado ao poder atribuído por Deus a este nome, devemos ser deveras cuidadosos na forma como o utilizamos.e como Ele é visto na nossa vida.

Ler II Tessalonicenses 1:11-12

Deus deseja que o seu nome seja glorificado em “nós” e isso sucede ao falarmos e agirmos de uma forma santa. Comportando-nos correctamente, passamos a ser uma inspiração, levando outros a aproximarem-se de Deus, mas procedendo de modo errado, afastamo-los do Senhor. Principalmente, quando alguém o presencia. Isto é o mesmo que tomarmos o nome de Deus em vão. O termo “vão” significa vazio ou inútil. Por outras palavras, tomar o nome de Deus em vão significa não vivermos no santo propósito, para o qual fomos chamados. Portanto, Deus considera essas acções de vãs e inúteis. A única forma de agirmos correctamente é através do enchimento do Espírito Santo (João 3:5 e Actos. 2:38).

Ler Apocalipse 16:9

Ao endurecer o coração, a humanidade ofende a Deus, amaldiçoando-O. No entanto, é necessário que se arrependam e rendam glória ao Seu nome.

Ler Actos 4:12

Sendo o nome do Senhor tão santo e poderoso, facilmente, se compreende a importância de guardarmos o 3º mandamento, sem o usarmos de ânimo leve ou frivolamente, nem para falsa acusação ou profanação. O nome de Jesus Cristo veio até nós através da cruz: pela sua morte, sepultamento e ressurreição, para a nossa salvação. I Pedro 3:18 mostra que o nome de Jesus é o único acesso a Deus.


O nome que Deus nos concedeu para Sua glória é de elevada importância para o Senhor e deverá sê-lo, igualmente, para nós. O 3º mandamento ensina-nos que Deus espera que vivamos de forma a glorificar o Seu nome.














A imagem de Deus

O 2º Mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem. E faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos. (Êxodo 20:4-6).

“Mãe, pai, qual é o aspecto de Deus?” Esta é uma pergunta que as crianças vulgarmente fazem aos pais. Além do mais, a Bíblia fala da ”face de Deus” e “ das mãos de Deus”. No entanto, entendemos que estes termos são de interpretação metafórica, isto é, de sentido figurado; não são literalmente atribuídos a parte física divina. As nações pagãs, que viviam ao redor de Israel possuíam muitos deuses em forma de estátuas ou imagens de escultura, aos quais veneravam. Não obstante, os israelitas foram instruídos a adorar somente o único e verdadeiro Deus.

Ler João 4:24:

Jesus afirma que o verdadeiro Deus é “Espírito”. Como poderemos esboçar uma gravura do Espírito? Jesus compara esse mesmo Espírito ao vento (João 3:8) As nações pagãs esculpiam imagens de pessoas e de animais representando os seus deuses, mas como poderíamos, alguma vez, conceber a forma do vento?

Ler João 1:18

Jamais alguém viu a Deus, enquanto Espírito. No entanto, Jesus Cristo, o filho unigénito de Deus, declarou ser a única identidade visível existente do verdadeiro Deus.

Ler Colossenses 1:15

Neste versículo, o termo traduzido por “imagem” pode também significar figura do “Deus invisível”. O mesmo sucede quando me encontro perante si; só poderei observar a pessoa por detrás dos seus olhos, vendo a parte física do seu ser e escutando a sua voz. Isso é o que João 14:8-9, II Cor. 5:19 e I Tim. 3:16 referem.

Ler Isaías 40:18

Ler Romanos 1:20-23

No universo inteiro, jamais conseguiremos visualizar alguma outra forma do Deus verdadeiro. Ele é único e a sua única imagem é Jesus. Portanto, qualquer outra figura é falsa e não corresponde à Verdade. Deus, ao fazer o homem à sua imagem e semelhança, revelou as suas intenções para as nossas vidas, no tocante ás nossas palavras e acções; que agíssemos em conformidade com Ele, ou seja, como Jesus: Jamais devemos orarmos a qualquer ser para além do próprio Deus. Isso seria negarmos a sua existência, desvalorizando a necessidade de alterarmos os nossos caminhos pecaminosos. Porém, ao rendermos a adoração ao único Deus verdadeiro, somos desafiados a tornarmo--nos pessoas melhores.

Ler Hebreus 11:16

Deus deseja que tenhamos um relacionamento pessoal com Ele. Uma vez que Ele é o criador, jamais poderíamos conceber algo que substitua aquele a quem levamos as nossas orações.

O segundo mandamento ensina-nos que Deus nos criou e deseja manter um relacionamento pessoal com cada um de nós. Orarmos a quem quer que seja, para além do próprio Deus, seria não admitirmos a necessidade que temos d’Ele e de um relacionamento pessoal com Ele.

Saturday, December 6, 2008

Reflection of 2008


Greetings-
The year 2008 has been a year blessed by the LORD. We were are rapidly approaching 2009 and have so much to thank the LORD for. In 2008 we had our "National Portuguese Evangelism Conference" in Tiverton, RI. It was a wonderful conference with many first time attendees.
During the conference much networking, passion and vision casting was made. It was at the conference that this blog was developed.
Following the conference a vow was made by many to see the Portuguese Speaking brethren united at all times. We pledged to be in consistent prayer and contact. WOW, what a challenge this has been from brethren from Azores, California, Boston, Rhode Island and Portugal. However, we have made it and are stronger and more united than ever.
Much time, energy, prayer and dedication has been made by each to this blog. I appreciate the efforts everyone has made in making this ministry a success.
Please continue to pray for all Portuguese Speaking Nations and Brethren. Keep the faith. Guard it , Live and Love it.
GOD has given us his power (Holy Ghost) and the unity of the brethren. We can do all things through him because he is hour strength.
I would like to thank our Elder (Rev. Joe Domingues) for his burden and passion to see the Portuguese Speaking Brethren united. We love and appreciate Elder and Sister Domingues.
Special thanks and love to Rev. Lee Frombrach who is currently in the Azores ministering to those in need. His support and contributions are appreciated.
To Rev. Daniel Ocana (California) who through his friendship and encouragements motivates me(we admire you).
To Pastor Arruda and the wonderful church family in Rhode Island. We love and appreciate each of you.
To Pastor Joe Pinheiro (my Pai) and the church in Los Banos, California (may GOD continue to bless you daily). Then all the way to Portugal to Pastor Martins and family (we pray for you daily). It's a blessing to be able to have friends that desire to see revival in this time.
Let's lift up the name of the LORD daily for all that have taken the mantle of revival amongst the Portuguese Speaking People.
To God be the Glory.....
Blessings,
Rev. Jesse Pinheiro
Kerman, California

Lesson 2. The Image of God

The 2nd Commandment: “You shall not make for yourself a carved image, or any likeness of anything that is in heaven above, or that is in the earth beneath, or that is in the water under the earth; you shall not bow down to them nor serve them. For I, the LORD your God, am a jealous God, visiting the iniquity of the fathers on the children to the third and fourth generations of those who hate Me, but showing mercy to thousands, to those who love Me and keep My commandments” (Exodus 20:4-6).
“Mommy, Daddy, what does God look like?” Many children have asked their parents this question and many parents have been perplexed as to how to answer. After all, the Bible does speak of the “face of God” and the “hand of the Lord.” But these terms are understood to be metaphorical (word pictures); they do not mean that we can understand what God actually looks like. The pagan nations that lived around the nation of Israel had many gods, which they worshiped in the form of statues and totem poles. But the Israelites were instructed to worship only the one true God.
Read John 4:24
Jesus tells us that the one true God is “Spirit.” How do you draw a picture of Spirit? Jesus described the Spirit as being like the wind (John 3:8). The pagan nations carved images of people and animals to represent their gods, but how do you carve an image of the wind?
Read John 1:18
No one has ever seen God as the Spirit. But Jesus Christ, the only begotten Son of God, has declared Him—that is, Jesus is the only visible identity we have of the one true God.
Colossians 1:15
The word translated “image” in this verse can also refer to the portrayal of the “invisible God”. This is just like I cannot see the actual “you”, the person behind your eyes, except I see your physical being and hear your voice. This is what Jesus meant in - John 14:8-9, 2Cor 5:19 & 1Ti 3:16.
Read Isaiah 40:18
Read Romans 1:20-23
Nothing else in the entire universe is like the one true God. He is unique. And the only image we have of Him is Jesus. Therefore, any other image is false and is not the Truth. When God made man in His own image, He was revealing His intent for our lives—that we would speak and act like Him, that we would be like Jesus. Praying to something other than God Himself, is actually denying God, and we do not feel we need to change from our sinful ways. But when we worship the true God, we are challenged to become better people.
Read Hebrews 11:6
God wants us to have a personal relationship with Him. Since God made us, then there is no way we can make anything to pray to that will replace God.



The 2nd Commandment teaches us that God made us and cares for us, and wants to have a personal relationship with each of us. Anything we pray to other than God is telling Him that we do not need Him, and that we don’t feel it important to have a personal relationship with Him.

Wednesday, October 1, 2008

Aleluia



Canaã, desde os tempos antigos, representa a terra que Deus escolheu para nela habitar, juntamente com o seu povo. Aquele povo que O escolhe seguir e servir, em amor. O povo escolhido, a nação eleita, o povo abençoado. Canaã terra de bençãos, de milagres, de pureza, de promessas, de vitória, de alegria e paz.

No entanto, Jesus sempre usou parábolas para descrever assuntos espirituais através do quotidiano. Porquanto, o Senhor e Mestre aproveitou esta situação para revelar e ilustrar a Boda Nupcial Espiritual, ou seja entre Deus e a sua noiva.

Assim sendo, Jesus ao realizar o primeiro milagre em Canaã, utilizou-o para mostrar verdades espirituais, até então ocultas aos olhos duma noiva prestes a tornar-se Esposa, revelando que a Boda de Canaã consiste numa cerimónia que liga Deus à humanidade. Uma cerimónia de bençãos em que Deus e a sua igreja passam a ser um. Esta começa, verdadeiramente, a disfrutar da comunhão íntima com Deus, a receber todas as gloriosas bençãos, e principalmente a salvação, libertando-se do pecado. E eis que, como de costume, Jesus utiliza uma cerimónia terrena para explicar uma cerimónia espiritual; o primeiro milagre entre aquele povo de deseja ser o seu povo...

Analisemos este glorioso relato bíblico: Ali perante convidados, perante o homem e acima de tudo, perante o Senhor da Glória, é revelado o desejo de união de duas partes, ou seja a União do Noivo e da noiva e assim através desta cerimónia é concretizado o desejo de ambos; passarem a pertencer um ao outro. É uma cerimonia alegre, ouve-se o som de júbilo e de louvor, promessas de amor mútuo e de fidelidade, promessa de uma vida juntos em que haja o que houver, “estarei contigo todos os dias...“ glória a Deus!

Lendo João 2:6-7: ”E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes. Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima.”, vemos os discípulos, ou seja, os homens de Deus prontos a cumprir a Sua palavra, escutam Jesus pedindo que encham as talhas que servem para a purificação dos Judeus, para purificação dos habitantes de Canaã, para purificação do povo que deseja ardentemente servir e seguir o único Deus verdadeiro. E aqui, os discípulos fazem a sua parte, cumprindo a sua tarefa, obedecendo à sua, à Palavra do Mestre e “enchem as talhas”.

A cerimónia não termina ali, as talhas que servem para purificação dos Judeus, em nome de Jesus foram cheias de água, ao redor prossegue o júbilo, continua a ouvir-se os cânticos e eis que algo muito especial, algo maravilhoso, toma lugar. O primeiro milagre que se realiza em Canaã, entre aquele povo que obedecendo à Sua Palavra enchem as talhas, que sendo inundadas de água estão agora cheias de vinho. Um vinho divinal, um vinho não feito por mãos humanas, um vinho celestial que chegou ali, através do sopro do Espírito de Jesus e da sua voz santa; um vinho especial, um vinho muito bom guardado para uma ocasião também muito especial João 2:10: “E disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.”

Sim, na verdade, o bom vinho foi reservado para as Bodas de Canaã. Para a igreja do Novo Testamento. O vinho servido anteriormente não era o bom vinho. João 2:11 declara: “Jesus principiou assim os seus sinais em Canaã da Galileia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.” Este é aquele primeiro milagre que leva os seus discípulos a crerem nele. Este é, de facto, o sinal inicial entre o povo que O deseja seguir. Uma cerimónia em que participa a noiva e noivo. abençoando a humanidade; as talhas de água sendo cheias e, o próprio Deus enchendo essas mesmas talhas, os vasos, que somos nós, do vinho celestial, ou seja, com o seu glorioso Espírito, abençoando tudo e todos.

Eis as bodas de Canaã. Tempo de alegria e regozijo: Os discípulos enchendo as talhas com água para purificação dos nossos pecados, em nome de Jesus e o vinho celestial, ou seja o Espirito glorioso de Jesus inundando o nosso ser. Cumpre--se Actos 2:38 “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja baptizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”; a noiva sendo purificada dos seus pecados através da água do baptismo, recebendo o Nome do Noivo. Cumpre-se Efésios 5:18 ” E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;”

Deus enche-nos com o vinho bom, o glorioso, o poder de Deus em nós. Inicia-se uma vida de verdadeira comunhão espiritual, uma vida de fidelidade, uma vida de amor, uma vida de devoção, uma vida de paz, uma vida de promessas realizadas, uma vida de vitórias, e uma vida de milagres através do nome do Noivo e do Seu Espírito que nos tornam na sua verdadeira esposa. Inicia-se a única vida que satisfaz! Ela está ao seu alcance, basta obedecer à voz do Mestre.

I. I. Martins
Portugal